é um conhecimento espontâneo e imediato de algo com que entramos em contato, envolvendo basicamente a percepção e não o raciocínio lógico, seqüencial. Ela se diferencia dos outros cinco sentidos, porque não a comandamos, apenas podemos nos abrir para ela, numa atitude de receptividade que temos por hábito atribuir ao universo feminino. É por isto que as mulheres parecem ter o domínio da intuição.A intuição não é um dom, mas um poder instintivo básico, uma habilidade de sobrevivência, presente em todos os seres humanos. Esta habilidade nos permite acessar, simultaneamente, informações de origem emocional, psicológica e espiritual, presentes em uma dada situação, e agir a partir delas com a rapidez de um raio. Assim é que a intuição vê num relance o que a mente comum bem poderia levar uma vida inteira para tentar descobrir.
Apesar da intuição se manifestar num relance, ela não é uma habilidade de fácil utilização. Ela requer coragem para nos abrirmos ao manancial de informações que inunda nosso ser e produz, inicialmente, desconforto e confusão. Ela requer auto-estima, para suportarmos as dúvidas e conflitos que nos exigem questionar nossos valores e atitudes. E, principalmente, requer disciplina e organização para não confundir as informações captadas intuitivamente com pressentimentos, impressões instantâneas ou desejos oriundos de nossa base pulsional e emocional.
Precisamos aprender a utilizar nossa mente holograficamente, equilibrando nossas habilidades de cérebro esquerdo com as nossas habilidades de cérebro direito. Apenas assim seremos capazes de acessar em profundidade as múltiplas dimensões do universo.
Fugi um pouco do foco do blog, mas por uma boa causa. :)